Evair – O Matador

Na editora Zinerama fiz a direção de arte da biografia de Evair, O Matador, o livro traz 328 páginas, um caderno de 16 páginas de fotos, e pouco mais de 30 QR Codes espalhados pelo livro levando a uma experiência única, a possibilidade ler o livro e ver os gols mais marcantes da carreira de Eva.

Sobre o livro, pelo autor Renato de Sá:

Por que Evair? À resposta caberia, em princípio, uma simples argumentação: por se tratar de um dos maiores atacantes brasileiros de todos os tempos, cujo estilo clássico e senso tático criam uma ponte entre a época de ouro e os tempos modernos do futebol jogado por essas terras. Mas Evair é também um dos mais completos exemplos de sua geração, uma extensa safra de atletas que soube, como nunca até então em nosso país, investir na valorização profissional do jogador de futebol. Profissionalização essa que não subtraiu ao craque, ainda que ídolo de várias torcidas, a identificação maior com uma determinada camisa. Fato que prova a absoluta ineficácia do atual processo de “mercantilização” que vivenciamos no esporte. Foi ainda um dos mais qualificados jogadores que se tem notícia diante de momentos decisivos, protagonizando conquistas históricas, que marcaram profundamente em milhares de torcedores. Sua trajetória vencedora – aliada à capacidade única de fazer gols e, também, servir aos companheiros – fez dele um ídolo reverenciado e respeitado por atletas, dirigentes, jornalistas e, principalmente, torcedores, em todos os clubes por onde passou. Figura de primeira grandeza numa geração de grandes craques brasileiros, o “Matador” – apelido cunhado pela fanática torcida esmeraldina – é presença marcante também fora das quatro linhas. Ali, nunca deixou de manifestar um respeito profundo por suas origens, exaltando sempre a Crisólia natal e a estreita convivência com os familiares e amigos que cultiva e acumula desde a infância. Provavelmente resida aí o traço principal de uma personalidade que fez dele, mineiramente, um dos mais estimados profissionais do universo da bola. E, fora dele, uma figura humana ímpar, daquelas que não se deixa contaminar pela soberba que afeta nove em cada dez “celebridades”. Faltou-lhe uma Copa do Mundo, é verdade. Embora participando de todas as convocações da desacreditada Seleção Brasileira durante as Eliminatórias para o Mundial de 1994, não chegou à fase final nos Estados Unidos. Azar dos mundiais!

Compre o livro

 

4 de maio de 2017

InDesignDiagramação

By diegohbraz

RELATED PROJECT